Vivo entre prédios. Respiro ar sujo piso o pó urbano dos passeios e à noite vejo as estrelas coadas pelo véu acinzentado da cidade. Mas quase só entendo a linguagem murmurada das árvores e os meus passos citadinos trilham quase sempre caminhos paralelos na floresta. Se canto é porque as estrelas que sei me inspiram... E quase me aproximo do silêncio.